Trabalho de animação

Foi nos pedido pelo professor de oficina multimédia, para o 3º período fazer uma pequena animação para o Canal 180. Essa animação teria de ser feita em Flash. Fizemos grupos de dois para fazer este trabalho e o meu grupo, era eu e o Gil Vicente. O nosso projecto consiste em 3 peças de dominó formarem o número 180!

Primeiro eu e o Gil tivemos a seguinte ideia:

-esta ideia consistia em fazer uma sessão fotográfica com o número 180 e depois outros números tiravam as fotografias ao número 180 e por fim o 180 “saltava” para ao ecrã da televisão. Mas depois chega-mos á conclusão que esta ideia iria dar imenso trabalho e iria ser bastante demoroso!

A segunda ideia já consistiu no resultado que nos pretendia-mos;

…mas não usamos este projecto como o final porque não gostava-mos da estética das peças de dominó.

Passámos então para outro projecto mantendo a mesma ideia mas só mudando a estética das peças. Incluímos ainda um adereço a dizer “Dominó do 180″ mas optámos por não o colocar visto que não gostávamos de ver.

Retirámos esse adereço e passamos então a animar o projecto.

Animado o projecto ficou assim:

http://youtu.be/t-HUoVBmO4Y

Sebastião Salgado, fotojornalista.

Sebastião Ribeiro Salgado nasceu em Aimorés, a 8 de Fevereiro de 1944 é um fotografo brasileiro reconhecido mundialmente. Nascido em Minas Gerais, é um dos mais respeitados fotojornalistas da actualidade. Nomeado como representante especial do UNICEF em 3 de Abril de 2001, dedicou-se a fotografar a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prémios e homenagens na Europa e no continente americano.

Sebastiao-Salgado

Biografia:

-Sebastião Salgado nasceu em 1944 no estado de Minas Gerais, Brasil.

-Em 1968 obteve um mestrado em economia nas universidades de São Paulo e Venderbit.

-De 1969 a 1971 frequenta, em Paris, a Escola Nacional de Estatística Económica. Em 1971 obtêm o doutoramento.

-De 1971 a 1973 trabalha em África para a Organização Internacional do Café. Aí surge a sua paixão pela fotografia. Regressa a Paris e começa a trabalhar como repórter fotográfico.

Os seus primeiros trabalhos são realizados em África.

-De 1977 a 1983 viaja ela América Latina e publica um livro de fotografias intitulado “Outras Américas”. Em 1979 começa a trabalhar para a agência Magnum.

-Em 1986, inicia um projecto sobre o desaparecimento do trabalho manual que termina em 1993 com o seu álbum “Trabalhadores”.

-Em 1994 fundou sua própria agência de notícias, a Imagens da Amazónia, que representa o fotógrafo e seu trabalho.

-Em 1998 ganhou o prémio “Príncipe de Asturias de las Artes”, convertendo-se no primeiro fotógrafo a receber esse galardão.

-Salgado mora actualmente em Paris com sua esposa e colaboradora, Lélia Wanick Salgado, autora do projecto gráfico da maioria de seus livros. O casal tem dois filhos.

Salgado

Prémios

-Prémio Príncipe de Asturias das Artes, 1998.

-Prémio Eugene Smith de Fotografia Humanitária.

-Prémio World Press Photo

-The Maine Photographic Workshop ao melhor livro foto-documental.

-Eleito membro honorário da Academia Americana de Artes e Ciência’ nos Estados Unidos.

-Prémio pela publicação do livro Trabalhadores.

-Medalha da Inconfidência.

-Medalha de prata Art Directors Oub nos Estados Unidos.

-Prémio Overseas Press Oub oí America.

-Alfred Eisenstaedt Award pela Magazine Photography.

-Prémio Unesco categoria cultural no Brasil.

Salgado

“Acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de ideias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo”. Sebastião Salgado

Trabalho de Áudio “Os não lugares”

Neste 2º período do ano lectivo, tivemos de desenvolver um trabalho de áudio, fomos divididos em grupos de dois elementos. (Fiquei junta com a Ana Santos.)

Ao inicio não percebemos muito bem o que era para fazer sabíamos que tínhamos de escolher um local que não pertencesse a ninguém e que tínhamos de lá colocar sons, mas não tínhamos ideias de como fazer isso, o nosso trabalho surgiu um bocado na brincadeira, decidimos colocar sons num cemitério, e que quando as pessoas passassem por algum lado surgia um som arrepiante.

Ao exploramos o programa, Portable Adobe Soundbooth CS5 v3.0, nós fomos modificando sons e vendo no que dava, acabamos por perceber mais ou menos como funcionava e fomos gravando alguns sons, gostamos bastante do trabalho, e trabalhamos muito bem juntas, fizemos o trabalho de uma maneira unida ajudando uma a outra, de forma ambas percebemos o projecto e como o programa funcionava, achamos que o trabalho resultou muito bem.

Print do trabalho

Print do trabalho

 

Com o programa, Google SketchUp 8, mostramos como é que os sons iam ficar dispersos.

cemitério

cemitério

cemitério

cemitério

cemitério

cemitério

 

Legenda:

-cor-de-laranja: som que se ouve sempre!

-Vermelho- sons dos gritos, 1ªsom e 4º som.

-Amarelo- 2º som a ser ouvido, som riso.

-Azul- 3ºsom a ser ouvido, som do cão.

-Rosa escuro- 5º som a ser ouvido, som do caixão abrir.

-Roxo- 6ºsom a ser ouvido, som dos passos.

-Rosa claro- 7º som a ser ouvido, som do espanta espiritos.

Vermelho claro- 8º som a ser ouvido, som de um grito prolongado.

 

WOKSHOP fotografia

workshop de fotografia

workshop de fotografia

Professor Responsável:
Daniel Pedrosa

Local:
Atelier de Fotografia (sala 4)
Inscrições abertas:
máximo 10 pessoas
Preço de inscrição:
3€
Actividades:
História da Fotografia
Abordagem sobre o processo fotográfico
Experiências fotográficas e laboratoriais dos resultados
obtidos.

Horário:
14h15 até 17h30

Ilustrações

Deixo aqui algumas das ilustrações que fiz para o livro “Tê Dois Três” de António Torrado.

Capa

Capa do livro

“- Há algum azar? – perguntaram do controle, na
Terra.
– Não. Nada – disfarçou o astronauta. – Estava só a
conversar com os meus botões.
Resposta mesmo descabida, porque o fato do
astronauta não tinha botões, mas apenas um fecho
éclair de cima a baixo.” (ilustração em baixo)

“Ainda hoje os colegas do astronauta não percebem
porque é que ele chama ao canário amarelo e
esperto, que saltita na gaiola, o Tê Dois Três.
Com tantos nomes engraçados, dar ao canário o
nome de um motor, ainda por cima um motor sujeito
a avarias, é – sinal de falta de sensatez. Será?
FIM” (ilustração em baixo)

 

(estas duas imagens foram trabalhadas no photoshop)

Experiências no Photoshop

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Experiência falhada no photoshop x)

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Marta Torrão

Marta Torrão nasceu em Lisboa em 1979, estudou ilustração e desenho na Escola de Artes Visuais AR.CO. (Lisboa) e já participou em várias mostras colectivas de ilustração (Ilustração Portuguesa 2001 e 2002, Festival Internacional de Banda Desenhada e Ilustração Infantil, na Feira do Livro Infantil de Bolonha). Podemos, ainda, ver as suas ilustrações publicadas quer na imprensa (Notícias Magazine e Adolescentes), quer a nível editorial: O SOL QUENTINHO.

Com Come a Sopa, Marta, recebe o Prémio Nacional de Ilustração em 2004; com o mesmo livro e com Pássaros na Cabeça é distinguida pela White Ravens em 2006.

“Em Come a Sopa, Marta!, o leitor infantil conhece – revendo-se nela, talvez, pelo facto de, tanto nesta como na maioria das suas ilustrações, as personagens terem características maioritariamente infantis, nomeadamente a cabeça grande em relação ao corpo, os olhos grandes em relação à cabeça, as pernas pequenas em relação ao corpo, os braços por vezes, pequenos e grossos, as mãos pequeninas e a cara, geralmente, rosada e com bochechas proeminentemente avermelhadas – a história de uma menina que não gosta de sopa e que diariamente «ficava a olhar para toda aquela imensa papa verde, a tentar descobrir a melhor maneira de comer sem que o cheiro lhe chegasse ao nariz» (Torrão, 2004: 4). Assim, e muito em síntese, o livro Come a Sopa, Marta!, retratando uma situação quotidiana e deixando em aberto uma história que é, afinal, comum a muitas crianças , será certamente do agrado do pequeno leitor que começa a aventurar-se no mundo das letras. Come a sopa, Marta!, um álbum de ficção vocacionado para as primeiras idades muito capaz de estimular a leitura, de promover competências lecto-literárias e de fomentar o gosto estético.” A autora serve-se do acrílico, do lápis de cor e de colagens, havendo zonas onde o acrílico é usado com o pincel seco e com pouca tinta parecendo, erradamente, ao leitor, que existe, também, pastel de óleo, sem que, no entanto, exista qualquer vestígio dessa técnica, como podemos ver no exemplo anexado a seguir.”


 

Mais algumas ilustrações:

O rato solteiro Cavalo

Cabeça cheia de pássaros

O peixe voador